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Quarta-feira, 22 de maio de 2024

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inquérito policial militar

Capitão do Corpo de Bombeiros investigado pela morte de aluno foi testemunha de defesa de Izadora Ledur

Foto: Otmar de Oliveira/ Grupo Gazeta

Capitão do Corpo de Bombeiros investigado pela morte de aluno foi testemunha de defesa de Izadora Ledur
O capitão do Corpo de Bombeiros Militar, Daniel Alves Moura e Silva, investigado pela morte do aluno soldado Lucas Veloso Perez, 27 anos, chegou a ser arrolado como testemunha de defesa de Izadora Ledur de Souza Dechamps, em processo que apurou a morte do também aluno soldado, Rodrigo Patrício Lima Claro, 21 anos.


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 As informações constam no processo que a oficial enfrentou nos últimos anos. Ledur, como é conhecida na corporação, chegou a ser condenada, mas o Tribunal de Justiça (TJMT) anulou a condenação apontando a prescrição da pena, uma vez que o resultado ultrapassou mais de quatro anos entre o recebimento da denúncia, em 2017, e a publicação da sentença penal condenatória, em 2022.
 
Daniel Alves, que é conhecido como “D. Alves”, é investigado no inquérito policial militar (IPM) sobre a morte de Veloso. O procedimento investigativo é presidido pelo coronel Dércio Santos da Silva, que foi nomeado pela Corregedoria-Geral. O capitão se tornou instrutor do curso de salvamento aquático em julho de 2023, conforme publicação no Diário Oficial de Mato Grosso.
 
A corporação oficialmente não se manifestou sobre o caso, deixando para a Secretaria de Segurança Pública (Sesp) o papel. A reportagem também entrou em contato com o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, Alessandro Borges Ferreira, mas as nossas ligações não foram atendidas. O laudo de necropsia da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) apontou que ele morreu de asfixia por afogamento.
 
Suposta tortura
 
No dia da morte de Veloso, alunos do curso de formação discutiram sobre o tema em um grupo do Whatsapp e um deles sugeriu que a vítima levou um "caldo" – termo que se refere quando a cabeça é afundada na água para testar resistência.
 
Outros alunos chegaram a afirmar que viram parte da ação, mas só irão falar sobre o caso na Justiça.
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