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Quinta-feira, 20 de junho de 2024

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EM MOGI MIRIM

Com presença de Michelle Bolsonaro, políticos, amigos e familiares se despedem de Amália Barros; veja

Foto: Reprodução/Portal da Cidade Mogi Mirim

Com presença de Michelle Bolsonaro, políticos, amigos e familiares se despedem de Amália Barros; veja
O corpo da deputada federa Amália Barros (PL) deixou a Estação Educação, em Mogi Mirim (SP), na manhã desta segunda-feira (13), onde ocorria o velório, para ser sepultado no Cemitério Municipal de Mogi Mirim. Militares do Corpo de Bombeiros retiraram o caixão do local e colocaram em uma viatura onde irão transporta-la até o cemitério. O momento foi acompanhado por familiares, amigos e políticos.


A despedida começou na tarde deste domingo (12). Entre os presentes na despedida, além de políticos de Mato Grosso, está a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), amiga de Amália e responsável por inserir a deputada na carreira política.

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Apesar de ser enterrada na sua cidade natal, o corpo de Amália será sepultado com uma lembrança de Mato Grosso. Colegas de bancada, como o senador Wellington Fagunes (PL) e as deputadas Coronel Fernanda (PL) e Gisela Simona (União) foram até a cidade do interior paulista e estenderam uma bandeira do estado no caixão.

Ainda de Mato Grosso, Abílio Brunini (PL) esteve presente, com outros parlamentares de direita, como os deputado Zé Trovão (PL-SC) e Fernando Máximo (União Brasil-RO), Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador Magno Malta (PL-ES), que contrariou a orientação dos médicos e apareceu no local usando uma cadeira de rodas, por conta de uma cirurgia feita no dia 22 de abril para implante de uma prótese no joelho.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também esteve presente no velório.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que lamentou a morte nas suas redes sociais, não esteve no velório porque está internado no hospital Vila Nova Star (SP), sem previsão de alta, para tratar de uma infecção na pele, em sua perna esquerda.

Amália ocupava a vice-presidência do PL Mulher e era muito próxima da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que chegou no local por volta das 16h (horário de Mato Grosso) acompanhada da filha Laura. Elas ficaram no velório por mais de 4 horas, conforme o site da região, o Portal Cidade, e compartilhou nas suas redes um registro feito na despedida.

A ex-primeira-dama estava profundamente abalada com a morte de Amália, por quem nutria uma profunda admiração e amizade. O prefeito de Mogi Mirim, Paulo Silva, também ficou por um bom tempo no velório, acompanhado de diversos secretários municipais e vereadores.

Ele colocou a infraestrutura da administração à disposição de Maria Helena Scudeler de Barros, mãe da deputada e secretária municipal de Relações Institucionais. O prefeito, também deixou o próprio gabinete à disposição da família Amália e da ex-primeira-dama.

Os pastores Jimmy Cardoso, da Associação Paulista Centro da Igreja Adventista do 7º Dia de Campinas, e Éder Walter, da Igreja Adventista de Mogi Guaçu realizaram uma rápida cerimônia de corpo presente. Ambos ressaltaram a força de Amália para lutar por um país melhor.



​A morte

Internada desde o dia 1º de maio no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, a deputada Amália Barros (PL), faleceu após sofrer uma parada cardiovascular, durante intervenção cirúrgica de risco com equipe medica dos Estados Unidos (EUA) para tentar liberar o fluxo sanguíneo para o fígado. A morte, conforme fontes do Olhar Direto, foi confirmada pouco após a meia-noite (horário de Mato Grosso).

Nos últimos dias, Amália sofreu disfunção hepática grave, disfunção renal em diálise e alteração na coagulação sanguínea com tendência a sangramentos. Conforme divulgado pelo OD no sábado (11), a equipe médica que acompanhava Amália passou a avaliar a possibilidade de transplante de fígado, caso as complicações vasculares não fossem resolvidas.

Desde que foi internada, Amália precisou passar por uma série de intervenções cirúrgicas. A primeira foi necessária para a retirada de um nódulo no pâncreas. Na quinta-feira (09), ela passou por um procedimento adicional de radiointervenção - especialidade médica, antiga subespecialidade da Radiologia, que se utiliza de procedimentos minimamente invasivos guiados pelos diferentes métodos de imagem para diagnosticar e tratar doenças em praticamente todos os órgãos do corpo humano.
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