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Sexta-feira, 14 de junho de 2024

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assassinato em cuiabá

Mendes questiona 'direitos humanos' e após morte de sargento: "não vejo ninguém reclamando"

Foto: Rogério Florentino/Olhar Direto

Mendes questiona 'direitos humanos' e após morte de sargento:
O governador Mauro Mendes (UNIÃO) fez críticas aos movimentos ligados aos Direitos Humanos nesta quarta-feira (29) em meio à repercussão da morte do sargento da Polícia Militar Odenil Alves, que morreu nesta terça-feira (28) após ser baleado na cabeça em frente a uma UPA, em Cuiabá. Segundo Mendes, organizações ligadas a esses movimentos sequer se manifestaram a respeito do caso. 


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“Cadê os direitos humanos gritando pela morte desse policial, pela morte de tantas pessoas que são assassinadas pelo crime organizado no dia a dia. Quantos assaltos que na sequência as pessoas são mortas? Cadê os direitos humanos falando da família daquelas pessoas? Vai você bater num bandido ou a polícia matar? Agora o bandido atira em policial, o bandido atira no cidadão de bem, o bandido faz o que quer. E eu não vejo ninguém reclamando”, disparou o governador”, questionou Mendes, em entrevista na tarde desta quarta-feira (29), durante lançamento da FIT Pantanal.   

Mendes também não poupou críticas à legislação brasileira que, segundo ele, tem sido flexível com a criminalidade. O governador afirmou que bandido tem perdido o medo das leis, da polícia e até de ser preso.  

“Ele não liga de ser preso e ostenta a tornozeleira eletrônica. Isso é culpa de uma lei frouxa, de um tratamento equivocado que a sociedade, que as leis brasileiras estão dando aos bandidos nesse país. Então enquanto o Congresso Nacional não acordar para isso, tem muita gente lá que se preocupa em proteger o bandido. Ninguém se preocupa com a vítima”. 

Com relação à morte do sargento da PM, Mendes afirmou que a ordem para os comandantes da PM, Secretário de Segurança e Polícia Civil foi investigar, identificar e prender o criminoso. Ele acrescentou que se houver resistência à prisão, que dê ao bandido o” mesmo tratamento que ele deu ao policial militar”. 
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