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Terça-feira, 27 de outubro de 2020

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Policial civil morre vítima de infarto fulminante em Cuiabá

Da Redação - Fabiana Mendes

17 Set 2020 - 07:40

Foto: Reprodução

Policial civil morre vítima de infarto fulminante em Cuiabá
O policial civil Admilson Evangelista, de 42 anos, conhecido como Fumaça, morreu nesta quarta-feira (16), em decorrência de um infarto fulminante. Ele foi encontrado dentro de sua residência no bairro Lixeira, em Cuiabá.

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Segundo informações da Polícia Civil, familiares do policial foram até a residência, após estranharem o fato de ele não ter ido tomar café da manhã na casa dos pais (que fazia parte da sua rotina diária), não atender ligações ou responder mensagens. Eles foram até a casa do policial, onde encontraram o carro na garagem e o ar-condicionado ligado.

Ao entrarem no apartamento, os colegas de trabalho e familiares da vítima encontraram o policial deitado na cama, já sem vida. A equipe do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte natural, sem indícios de violência. O policial sofria de pressão alta, fazia uso de medicamentos e estava praticando muitos exercícios para perda de peso.

O velório do investigador será realizado na residência da mãe dele, no bairro Lixeira, na Capital. 

O investigador de polícia ingressou na instituição há 19 anos, passando por diversas unidades, e era muito querido por amigos e colegas com os quais trabalhou. O delegado titular da 2ª Delegacia de Polícia, Jefferson Dias, prestou homenagem ao colega de profissão nas redes sociais.

“Nosso melhor muito obrigado! A 2ª DP está em luto com a passagem do nosso amigo Fumaça para o céu, policial íntegro que combateu o bom combate, foi fiel, filho, irmão, tio, pai, avô, tão jovem se foi, Senhor Jesus nos acolhe nesse momento de dor”, escreveu.

O delegado-geral Mário Dermeval Aravechia de Resende lamentou a morte do investigador, ressaltando que este é um momento muito triste uma vez que o policial era muito querido por onde passou. “Uma morte inesperada de um profissional que dedicou a sua vida ao trabalho na Polícia Civil e que agora deixa um grande vazio à instituição e aos seus familiares”

Atualizada às 10h55

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