Olhar Direto

Terça-feira, 28 de junho de 2022

Notícias | Política MT

condução da crise

Emanuel evita criticar Bolsonaro e diz que ajuda foi essencial: “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”

24 Jan 2021 - 08:00

Da Redação - Isabela Mercuri / Do local - Airton Marques

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel evita criticar Bolsonaro e diz que ajuda foi essencial: “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) evitou criticar a postura do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em relação à sua postura diante da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Segundo o prefeito, sem a ajuda do Governo Federal não haveria condições de enfrentar a pandemia. “Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras”, afirmou, durante lançamento da campanha de vacinação contra a Covid-19 ‘Vacina Cuiabá’ na última segunda-feira (18).

Leia também:
Emanuel diz que é impossível Mendes enviar R$ 400 milhões do VLT para outros municípios

“Prefiro olhar para os fatos e não para as palavras. Se não fosse o governo federal, não teríamos a menor condição de enfrentar a pandemia. Estados e municípios quebrariam. Só na compensação foi R$ 164 milhões para compensar as perdas tributarias que Cuiabá chegou a casa de 35%, além do apoio ao combate à Covid, que girou a R$ 100 milhões”, afirmou o emedebista.

“Não há uma coordenação do discurso do presidente com as atitudes do seu governo. Quando eu vejo o Ministério da Saúde assumindo a frente, adquirindo as vacinas, procurando os governadores e prefeitos, nos orientando, mostra que na pratica o governo afirma que a vacina é o caminho mais seguro”, completou.

Apesar de o prefeito ter afirmado que o Governo Federal assumiu a frente da compra de vacinas, o Ministério da Saúde só assinou a carta de intenção de compra da Coronavac – vacina que chegou a Mato Grosso nesta semana – depois que o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), liderou e viabilizou as pesquisas feitas pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Bolsonaro, inclusive, chegou a dizer que não compraria “a vacina chinesa de João Dória”, e apostou em adquirir duas milhões de doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca, por meio de uma importação vinda da Índia, que já deveria ter chego ao Brasil, mas que, atualmente, está prevista para desembarcar somente em março.
Entre em nosso grupo de WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui

Comentários no Facebook

Sitevip Internet