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Emanuel nega extinção da Empresa Cuiabana de Saúde após denúncias: ‘não vai prejudicar a instituição’

05 Ago 2021 - 17:57

Da Redação - Isabela Mercuri / Do Local - Airton Marques

Foto: Rogério Florentino / Olhar Direto

Emanuel nega extinção da Empresa Cuiabana de Saúde após denúncias: ‘não vai prejudicar a instituição’
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que não irá extinguir a Empresa Cuiabana de Saúde Pública, mesmo se forem confirmadas as denúncias que levaram à Operação Curare, deflagrada na última semana. Segundo ele, a instituição não pode ser prejudicada, e somente os responsáveis que devem ser punidos.

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“Se confirmada as denúncias depois de investigarem, você não vai prejudicar a instituição porque falhou, por uma possível falha de alguns membros. Em hipótese alguma. Trocam-se os membros e vamos colocar gente com perfil, com capacidade para seguir o rumo. Isso acontece em todos os níveis, instâncias. Governo federal, estadual, municipal. O que importa é saber da minha boa intenção, da minha determinação e que ninguém faça nada errado. E se um fizer e for comprovado, vai pagar no rigor da lei”, afirmou o prefeito, em entrevista à imprensa na última terça-feira (3).

Na última sexta-feira (30), a Polícia Federal deflagrou a ‘Operação Curare’, que foi desencadeada visando desarticular uma suposta organização criminosa investigada pelo envolvimento em fraudes a contratações emergenciais e recebimento de recursos públicos.
 
Ao todo, foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá/MT, Curitiba (PR) e Balneário Camboriú (SC), além de medidas cautelares de suspensão de contratos, bem como de suspensão do exercício de função pública. 
 
De acordo com a investigação, a atuação do suposto grupo criminoso se concentrava na prestação de serviços especializados em saúde, no Município de Cuiabá, especialmente em relação ao gerenciamento de leitos de unidade de terapia intensiva exclusivos para o tratamento de pacientes acometidos pela COVID-19. 
 
As empresas investigadas forneciam orçamentos de suporte em simulacros de procedimentos de compra emergencial, como se fossem concorrentes. Contudo, a investigação demonstrou a existência de subcontratações entre as pessoas jurídicas, que, em alguns casos, eram sociedades empresariais de fachada. 

De acordo com as investigações, comporiam o grupo o ex-secretário de Saúde Luiz Antonio Possas de Carvalho, o ex-diretor da Empresa Cuiabana de Saúde Antonio Kato e os servidores Hellen Cristina da Silva, Felipe de Medeiros Costa Franco e Mhayanne Escobar Bueno Beltrão Cabral. 
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