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Terça-feira, 16 de agosto de 2022

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Presidente da FIFA "provoca" EUA em relação à Copa do Mundo de 2026

Presidente da FIFA
Recentemente, foi realizada uma cerimônia para anunciar as cidades-sede da próxima edição da Copa do Mundo, que será realizada em 2026. E foi acordado que o torneio seria disputado no Canadá, Estados Unidos e México, sendo que logo após o término do evento, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, provou os Estados de maneira bem descontraída.

            “Nesta parte do mundo, vocês estão liderando o mundo em várias áreas, economia, esportes. Mas no esporte número 1 [o futebol], vocês não estão. Ainda. E o objetivo tem que ser que vocês liderem o esporte número 1”, disse o mandatário.

            A edição de 2026 da competição será um marco histórico para o maior evento de futebol do mundo. Isso porque será a primeira vez que a Copa do Mundo será disputada em três países-sede diferentes, sendo também a primeira vez que o torneio reunirá 48 seleções. E com o aumento de participantes, de 32 para 48, ocorrerá também o aumento no número de jogos disputados, que sairá de 64 para 80 partidas.

            Dessa forma, já há uma grande expectativa em torno da competição, mesmo que ainda falte mais de quatro anos para o seu começo. Enquanto isso, aqui no Brasil, os torcedores estão cada vez mais empolgados com a proximidade da Copa do Mundo do Qatar, onde a seleção possui boas chances de finalmente conquistar o hexacampeonato. Sendo que, para o torneio, os torcedores podem tirar proveito das casas de apostas com bônus de cadastro para fazer uma fezinha na competição, já que nessas plataformas o usuário recebe um bom incentivo inicial ao realizar o seu registro, podendo realizar alguns palpites sem qualquer custo, testando assim os serviços oferecidos antes de aportar o seu dinheiro.
 
            Cumprindo promessa de campanha
 
            Esse aumento de 50% no número de países participantes do torneio foi o cumprimento de uma das promessas de campanha realizadas por Infantino, que foi eleito presidente da Fifa pela primeira vez em 2016 e reeleito em 2019. Agora, seu mandato é válido até 2023.

            Durante a cerimônia de revelação dos países-sede da próxima edição da Copa do Mundo, Infantino relembrou o Mundial de 1994, realizado nos Estados Unidos e que até hoje possui a maior média de público da história do torneio (68.626 pagantes) e apontou que a de 2026 deve ser muito maior.

            O mandatário ainda confirmou que a América do Norte ainda não tem noção do que será a Copa do Mundo de 2026, e os três países-sede receberão uma onda de alegria que representa o futebol por onde quer que ele passe. Já em relação aos locais de abertura e à grande final do torneio, o Infantino relatou que essas escolhas serão realizadas em um momento oportuno, e que eles farão o necessário para que os fãs se desloquem o mínimo possível para acompanhar a competição. “Vamos tentar organizar a Copa de um jeito que as seleções e os fãs não tenham que viajar muito. No momento oportuno vamos decidir o local da abertura e o palco final”, disse o presidente da Fifa.
 
            Mundial como nenhum outro
 

            Enquanto Infantino já tem feito um certo lobby para o Mundial de 2026, o secretário-geral do Comitê para Execução e Legado da Copa do Mundo de 2022, Hassan Al Thawadi, continua propagandeando a edição deste ano. Em uma rara entrevista à imprensa, Al Thawadi apontou que: “Este será um Mundial como nenhum outro”.
            Com os grupos definidos, o Qatar já relatou que tudo está preparado para o início do torneio, os oito estádios estão praticamente prontos, assim como toda a estrutura para receber o evento. Sendo que uma das principais características dessa edição, é que as seleções nem os fãs terão que viajar muito para as partidas, já que a maior distância entre os estádios é de 75 km.
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