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Quarta-feira, 20 de novembro de 2019

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Alunos amarram criança deficiente em banheiro de escola e ameaçam colocar cabeça na privada

Da Redação - André Garcia Santana

26 Jun 2017 - 16:02

Foto: Reprodução

Alunos amarram criança deficiente em banheiro de escola e ameaçam colocar cabeça na privada
Um garoto de 11 anos que sofre de deficiência auditiva foi amarrado por quatro alunos mais velhos no banheiro da Escola Estadual Salim Felício, no bairro Parque Cuiabá, na Capital. A situação foi registrada na manhã desta segunda-feira (26), depois que outras crianças correram até a coordenação para relatar o que estava acontecendo. Durante a ação, os envolvidos, com idades de 13 e 14 anos, ainda teriam ameaçado colocar a cabeça do estudante na privada.

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De acordo com a escola, o menino foi rapidamente solto pelo diretor, que imediatamente entrou em contato com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), para a tomada de providências cabíveis. A coordenadora da unidade, Euzilene Chagas, reforça que, dferente do que vem sendo veiculado, o menino não chegou a ser agredido.

“Ele chegou até nós um pouco assustado, mas não estava nervoso. Ele sequer entendeu a situação como uma grande agressão, mas nós consideramos que sim e estamos tomando as providências. Já publicado em alguns lugares que o garoto foi espancado, mas isso não aconteceu. Nós estivemos juntos e não há nenhuma marca de agressão. Ele mesmo não confirma isso”, diz.

Diante da situação, a Polícia Militar (PM) e o Conselho Tutelar foram acionados e estiveram no local. Os envolvidos foram encaminhados à Central de Flagrantes para o registro de um boletim de ocorrência e o caso deverá ser investigado agora pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Proteção a Criança e Adolescente (Dedica).

A Seduc informou que todas as providências necessárias já foram tomadas e destacou que palestras e projetos voltados a coerção e conscientização contra o bullying são realizados periodicamente, na tentativa de orientar os jovens. A proposta, segundo a Pasta, é intensificar gradualmente estas ações para que ocorrências desse tipo não sejam mais registradas. 

12 comentários

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  • Bolsonaro2018
    27 Jun 2017 às 07:54

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  • Chacal
    27 Jun 2017 às 05:35

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  • Eduardo
    26 Jun 2017 às 23:09

    Independente de quem cria esses projetos de marginais, só me pergunto. Onde está o PAI? Como um HOMEM consegue se sentir HOMEM abandonando sua cria? Como consegue dormir? Uma vez q esses pirralhos são menores o PAI deveria ser responsabilizado.

  • PRIME
    26 Jun 2017 às 18:00

    BOA TARDE! ONDE ESTA O POVO do DIREITOS HUMANOS? QUE NÃO VEN DEFENDER O DEFICIENTE, EM? MAS SE FOSSE UM DOS DELINGUENTES AI? OS DIREITOS HUMANOS SERIAM OS PRIMEIROS A CHEGAR LÁ NA ESCOLA PRA DEFENDER OS DELINGUENTES

  • Marco Antônio
    26 Jun 2017 às 17:27

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  • Karol
    26 Jun 2017 às 16:56

    Família EDUCA, escola ENSINA! Independente da base que esses 4 monstrinhos tiveram, essa atitude é extremamente assustadora!! Independente do nível de educação que eles receberam em casa, é de arrepiar saber que pré-adolescentes são capazes de uma maldade dessa, ainda mais com um ser indefeso que, provavelmente, não fez mal a nenhum deles. Deve ser tomada alguma atitude drástica e EFICIENTE para tentar reverter o quadro desses garotos. Que eles possam refletir sobre o que fizeram e consertar seus comportamentos. Além da família ser avaliada também se são aptas a cuidar desses meninos e se não tem problemas judiciais, psicológicos e etc. Aproveitem enquanto há tempo!!!

  • Cicero
    26 Jun 2017 às 16:52

    Enquanto se paga mais para quem julga do que para quem educa dificilmente teremos grandes líderes.

  • Romualdo
    26 Jun 2017 às 16:49

    Imaginem o que os Professores tem que enfrentar todos os dias nas salas de aulas lotadas de seres dessa estirpe.

  • El Cid
    26 Jun 2017 às 16:43

    Essas crianças não podem ser criadas com os pais, tenho certeza! Apesar de muitas criadas com avós são educadas e comportadas como deve ser qualquer outra criança sob qualquer condição.

  • Alyne
    26 Jun 2017 às 16:32

    Futuros delinquentes... geração perdida, sem noção de respeito! Lamentável!