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Segunda-feira, 27 de junho de 2022

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trabalho na folga

Emanuel dá aumento de 50% a profissionais da segurança em ‘atividade delegada’

Foto: Reprodução / Facebook

Emanuel dá aumento de 50% a profissionais da segurança em ‘atividade delegada’
O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) anunciou que os profissionais da segurança pública que usam seus dias de folga para trabalhar na “atividade delegada” da Prefeitura de Cuiabá terão aumento de cerca de 50% a partir deste mês de janeiro de 2022. O programa é voltado para policiais militares, civis, defesa civil e bombeiros militares.

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Veja as mudanças:

Dias úteis:


Oficiais militares, delegados de polícia
Até dezembro: R$ 22,22; A partir de janeiro: R$ 32,83

Subtenentes, sargentos militares e escrivães de polícia
Até dezembro: R$ 21,66; A partir de janeiro: R$ 31,98

Cabos, soldados e investigadores de polícia
Até dezembro: R$ 20,30; A partir de janeiro: R$30
 
Finais de semana:
 

Oficiais militares, delegados de polícia
Até dezembro: R$ 26,66; A partir de janeiro: R$ 39,41

Subtenentes, sargentos militares e escrivães de polícia
Até dezembro: R$ 24,37; A partir de janeiro: R$ 36

Cabos, soldados e investigadores de polícia
Até dezembro: R$ 23,01; A partir de janeiro: R$33,99
 
Segundo Pinheiro, atualmente há 1.392 agentes de segurança inscritos no programa, que foi, inclusive, um projeto de Emanuel enquanto era deputado estadual. A valorização da hora trabalhada foi uma promessa feita pelo prefeito em sua campanha de reeleição.

Para o gestor, o programa é um “ganha-ganha”, pois ajuda na renda dos agentes e mantém a segurança nas ruas da capital. “No momento em que um policial militar está de folga, para melhorar sua renda ele vai acabar fazendo a segurança de um casamento, de uma boate, um aniversário, porque ele precisa melhorar sua renda. Se eu busco esse policial militar para se inscrever para uma atividade delegada, no horário de folga dele ele vai continuar nas ruas em Cuiabá, então eu aumento a segurança nas ruas de Cuiabá, porque ele vai trabalhar com a viatura, armado, fardado, só que ele é pago por hora trabalhada pela Prefeitura da capital, e com isso eu não tiro o efetivo das ruas”, disse.
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