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Segunda-feira, 29 de maio de 2017

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Temer pede celeridade em auditorias e garante que PF investiga "desvios de condutas" de funcionários

Da Redação - Viviane Petroli

20 Mar 2017 - 09:08

Foto: Beto Barata/Presidência da República

Após reunião, o presidente Michel Temer levou os embaixadores para uma churrascaria

Após reunião, o presidente Michel Temer levou os embaixadores para uma churrascaria

O Governo Federal acelerou as auditorias nas empresas envolvidas na operação "Carne Fraca". Durante reunião com 40 embaixadores de países importadores de proteína animal do Brasil, o presidente Michel Temer tornou a garantir a qualidade da carne brasileira e reforçou que o objeto da apuração da Polícia Federal não é o sistema de defesa agropecuária, mas sim "alguns poucos desvios de condutas de alguns poucos funcionários em algumas pouquíssimas empresas".

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou no Diário Oficial da União, que circula nesta segunda-feira, 20 de março, a exoneração dos superintendentes de Agricultura do Paraná e de Goiás, além da dispensa dos 33 servidores envolvidos de funções gratificadas (clique aqui).
 
No total, o País tem 4.837 unidades de produção animal, das quais 21 estão sob suspeita.
 
O Governo Federal irá acelerar as auditorias nos 21 frigoríficos citados na operação "Carne Fraca", destes três foram interditados na sexta-feira, 17, pelo Ministério da Agricultura. As plantas interditadas tratam-se da BRF, unidade de frango, em Mineiros (GO) e as duas unidades da Peccin Agro Industrial LTDA, localizadas Jaguará do Sul (SC) e Curitiba (PR), com produção de salsicha e mortadela.
 
Conforme o Ministério da Agricultura, as demais 18 empresas entrarão em regime especial de fiscalização, de onde a mercadoria só saíra com a presença de um fiscal da pasta.
 
“O objeto da apuração não é o sistema de defesa agropecuária brasileira, cujo rigor é reconhecido, mas alguns poucos desvios de condutas de alguns poucos funcionários em algumas pouquíssimas empresas”, disse Temer aos embaixadores.
 
Conforme o secretário-geral das Relações Exteriores, o embaixador Marcos Galvão, o Itamaraty não recebeu até o momento nenhum comunicado de embargo a produtos brasileiros de proteína animal. O ministro Blairo Maggi observou que durante a reunião nesta tarde com os embaixadores disse que "a transparência é o melhor remédio nessa hora".

5 comentários

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  • Mariazinha
    21 Mar 2017 às 07:11

    Aos midiótas o Lulinha está preso? Ele não era o DONO da Friboi???!!!

  • Vovózica
    21 Mar 2017 às 07:09

    Este ai ,o Treme ,foi à uma churrascaria ¨prestigiar¨a carne brasileira(na foto). Detalhe o restaurante só servia cortes argentinos,autrálianos e europeus. O governo da PIADA PRONTA !!!

  • Justo
    20 Mar 2017 às 11:50

    E quem pagou essa conta na churrascaria, e claro que é nos constituintes.

  • SERVIDOR
    20 Mar 2017 às 09:56

    assim é fácil quero ver comer carne podre seu demagogo

  • Alex
    20 Mar 2017 às 09:30

    O interessante é que foram comer na Steak Bull que só serve carne autraliana e uruguaia. Por que não pediram uma Friboi?

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