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Terça-feira, 04 de agosto de 2020

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Juiz nega pedido de ex-servidor que buscava juntar cheques em ação sobre cartel de R$ 56 milhões na Seduc

Da Redação - Arthur Santos da Silva

27 Jan 2020 - 11:03

Foto: Reprodução

Fábio Frigeri

Fábio Frigeri

A juíza Ana Cristina Mendes, da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, negou pedido do ex-assessor especial da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Fábio Frigeri, que buscava juntar cheques em processo proveniente da Operação Rêmora, por fraudes da Secretaria de Educação (Seduc).
 
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Frigeri, que é réu, solicitou que o Banco do Brasil enviasse cópias das microfilmagens de todos os cheques narrados na denúncia, devendo informar o nome da pessoa que sacou. Se depositados, a conta favorecida.
 
Em sua decisão, Ana Cristina explicou que instrução processual foi realizada com a oitiva de quatro testemunhas, um colaborador, três réus colaboradores e mais dois réus, tendo sido inquirido um gerente do Banco do Brasil, que respondeu às perguntas da defesa.
 
“Desta feita, indefiro o pedido de diligências requerido pela defesa de Fabio Frigeri, uma vez que não entendo como necessárias, ao passo que o que se busca elucidar já foi debatido durante a instrução processual”, finalizou.
 
O caso
 
A Operação Rêmora investigou esquema de fraudes em obras de reforma e construção de escolas que inicialmente estavam orçadas em R$ 56 milhões. Diversas empresas compunham, segundo o Ministério Público Estadual (MPE), cartel capaz de gerar favorecimentos e desvio de dinheiro público.
 
MPE ofereceu denúncia em desfavor de Alan Malouf, Permínio Pinto Filho, Fábio Frigeri, Wander Luiz dos Reis e Giovani Belatto Guizardi. 

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