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Wellington 'lança' Mauro Savi para presidente da AL e nega entrave à governabilidade

Da Redação - Ronaldo Pacheco

20 Out 2014 - 13:00

Foto: Reprodução

Wellington 'lança' Mauro Savi para presidente da AL e nega entrave à governabilidade
O presidente do Regional do PR, senador eleito Wellington Fagundes, afirmou que o Partido da República colocou o nome do deputado estadual reeleito Mauro Luiz Savi para a disputa da presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Ele garantiu que, embora tenha sido eleito por uma chapa de oposição, Savi deve contribuir e não atrapalhar a governabilidade de Mato Grosso, após a posse do governador José Pedro Taques (PDT).

Desenvoltura e conhecimento de Brasília fazem com que Wellington Fagundes já dê ‘as cartas’ como senador
 
Fagundes afirmou que Mauro Savi tem plena consciência de que é grande a perspectiva de que disputar a vaga de candidato a presidente da Mesa Diretora da Assembleia,  com a bancada governista. Ele observou que, em recente  reunião da bancada republicana, Mauro Savi saiu em vantagem como principal nome.
 
O fato de ter sido mais votado para deputado estadual, na avaliação do presidente do PR, credencia-o a pleitear a presidência. “Já foi vereador e presidente da Câmara de Sorriso; é o atual ordenador de despesas, como primeiro secretário da Assembleia; e acaba de conquistar o quarto mandato de deputado. Então é natural que esteja focado em disputar a presidência”, argumentou Wellington, para a reportagem do Olhar Direto.
 
  Mauro Savi marcou pontos com a futura bancada governistas ao se dispor a reduzir gastos do Poder Legislativo, como tem pregado Pedro Taques, desde que os outros poderes - Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público e Defensoria Pública - também façam esforços para baixar a conta.
 
O deputado reeleito pelo PR pretende continuar na Mesa Diretora e deixa claro que é candidato a presidente, na próxima legislatura. Fagundes observou que o alinhamento do PR com o governo de oposição eleito este ano trata-se de uma “proximidade é muito relativa”, por entender que apoiar não significa participar.
 
“É certo que, naquilo que for bom para Mato Grosso, o PR irá apoiar o governador [Pedro Taques]. Veja bem: proximidade não significa fazer parte do governo, como ocupar cargos”, resumiu Fagundes  
 
Wellington Fagundes elogiou os 55.233 votos conquistados por Mauro Savi, o que demonstra um crescimento pouco maior do que o desempenho nas urnas em 2010. E deveria ter sido bem maior, caso as abstenções não tivessem chegado a 23% em Mato Grosso, no primeiro turno deste ano.

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