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Mesmo com dinheiro curto, Pedro Taques decide priorizar hospital estadual em Cuiabá

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco

08 Jan 2015 - 18:41

Foto: José Luiz Medeiros / Secom-MT

Consciente do caos na saúde, Pedro Taques manda priorizar  construção de hospital estadual em Cuiabá, com 350 leitos

Consciente do caos na saúde, Pedro Taques manda priorizar construção de hospital estadual em Cuiabá, com 350 leitos

Mesmo com recursos limitados pela atual conjuntura econômica de Mato Grosso, o governador José Pedro Taques (PDT) irá assegurar o início da construção do Hospital Estadual em Cuiabá, com capacidade para no mínimo 350 leitos e 30 Unidades de Terapia Intensiva, ainda neste ano. É a principal promessa da campanha de Taques, quando prometeu priorizar as áreas finalísticas, especialmente saúde e segurança.  

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Cuiabá é a única Capital do Brasil que não possui um hospital de responsabilidade do governo do Estado. Além disso, determinou que o secretário Marco Aurélio Bertúlio, de Saúde, amplie parceria com os municípios para melhorar a rede de atenção básica e saúde preventiva.
 
Pedro Taques sabe que no bojo do desejo de mudanças que sentiu nas ruas durante a campanha e se confirmou nas urnas, em outubro do ano passado, está embutido o cumprimento de promessas. “Nós temos compromisso com o cidadão, de fazer Mato Grosso melhor para todos, investindo principalmente mas áreas que influenciam diretamente na vida do população, como saúde, educação e segurança”, afiançou ele, quando visitou a Secretaria de Estado de Saúde, nesta semana.
 
Dinheiro curto

Pedro Taques tem plena consciência da importância e da urgência do hospital estadual, na Capital, embora no curto prazo já há os que considerem-no inviável. Ele determinou ao secretário Marco Aurélio Bertúlio a formalização de uma parceria com a Prefeitura de Cuiabá, na construção do novo Pronto Socorro Municipal, para que a unidade possua leitos estaduais e atenda à demanda.
 
Bertúlio revela que a ideia é sistematizar, para atender da melhor maneira possível, com capacidade de recursos humanos qualificados, a maioria da população de Mato Grosso. Ele não quis falar sobre a falta de verba, mas reconheceu que o Estado deve atualmente R$ 35 milhões para as prefeituras.
 
“A preocupação emergencial é dar garantia da credibilidade junto aos municípios e à população. Estamos falando em garantir os repasses em dia”, disse ele. “E paralelamente a isso, fazer a pactuação dos valores em atraso, para que os municípios possam fazer frente à sua responsabilidade na atenção básica e média complexidade”, completou Bertúlio, seguindo orientação de Taques. 

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