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Terça-feira, 17 de setembro de 2019

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"Devemos dar mais valor aos pontos que nos unem”, sugere Brito para que Taques e Campos continuem juntos

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco

19 Mar 2018 - 08:21

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

Carlos Brito (d) ao lado de Jayme Camposo e Eduardo Botelho, durante evento da UFMT

Carlos Brito (d) ao lado de Jayme Camposo e Eduardo Botelho, durante evento da UFMT

A existência de respeito mútuo, a indispensável leitura estratégica de momento e necessidade de evitar que Mato Grosso caia no retrocesso, estão entre os itens citados pelo secretário Carlos Brito, adjunto da Casa Civil, para defender que o governador José Pedro Taques (PSDB) e o ex-senador Jayme Campos (DEM), atual secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, se esforcem para construir um palanque unificado, nas eleições de outubro de 2018.
 
“Sem dúvida, caminhar lado a lado não é fácil, requer paciência, tranquilidade e ética. Certamente requer uma efetiva relação de diálogo maduro entre todos os atores que fazem parte da aliança,  deixando a vaidade de lado”, observou Carlos Brito, ao lado de Jayme Campos, após participar do evento de retomada das obras do Campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), no Chapéu do Sol, em Várzea Grande, na semana passada.
 
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Carlos Brito reconhece que atualmente a relação é conturbada, mas passível de reversão e citou como exemplo o bom desempenho do presidente regional do DEM, deputado Dilmar Dal Bosco, no período em que exerceu a liderança do governo Taques, na Assembleia Legislativa.
 
“Se existe uma lição que a história recente tem nos ensinado é a de não duvidar da transformação do improvável em provável, em política”, ponderou o adjunto da Casa Civil, considerando possível reviver a coligação Coragem e Atitude para Mudar, liderada então por PDT, DEM e PSDB, vitoriosa em 2014.
 
“Os avanços conseguidos a duras penas correm o risco de serem perdidos. Não é bom para eles [Taques e Jayme], nem para Mato Grosso, nem efetivamente para os municípios e eleitores. Este curto-circuito [entre os principais líderes] não leva a bom porto”, avaliou Brito, com a experiência de quem já foi três vezes vereador, presidente da Câmara Municipal,  prefeito de Cuiabá e deputado estadual por três mandatos.
 
O entendimento de Carlos Brito é de que os mesmos ideais pelos quais lutaram, em 2014, ainda permanecem vivos, diante de que a seriedade da gestão pública não pode ser confundida com 'generosidade' do Estado. “Hoje não ousamos esquecer que somos os herdeiros daquela primeira vitória e enfrentamos inúmeras dificuldades, para o equilíbrio do Estado”, citou ele, para a reportagem do Olhar Direto.
 
Carlos Brito entende que antigos aliados, como Pedro Taques e Jayme Campos, têm muito que contribuir para melhorar a via dos mato-grossenses. “Divididos, há pouco que possamos fazer, diante dos grandes desafios que estão por vir. Desde então [2014], prometemos nossos melhores esforços para ajudar a população menos favorecida, porque é direito”, sintetizou Brito, ao alertar que o governo existe é ajudar os muitos que são pobres.
 
Ele lembrou que somente após inúmeros enfrentamentos é que o governo Pedro Taques está conseguindo “transformar as boas palavras em boas ações, em uma nova aliança para o progresso”.

9 comentários

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  • ana paula
    19 Mar 2018 às 14:04

    PORQUE SERÁ QUE ELE NUNCA MAIS SE ELEGEU ???????????

  • Paulo matos
    19 Mar 2018 às 13:51

    Pedro ataques de chilique,virou cachorro morto,qualquer um pode chutar!!!!

  • ana paula
    19 Mar 2018 às 13:40

    ELE ENTENDE TANTO DE POLÍTICA .PORQUE SERÁ QUE NUNCA MAIS SE ELEGEU NÉ

  • JUSTO
    19 Mar 2018 às 11:55

    ESSE CARLOS BRITO É UM BOM DO OPORTUNISTA, ENTRA GOVERNO E SAI GOVERNO ESSE CIDADÃO CONTINUA MAMANDO NAS CUSTAS DE NOS CONTRIBUINTES.

  • Servidor
    19 Mar 2018 às 10:59

    Gestor Público íntegro e competente. Foi o primeiro a, em plena Tribuna da Assembleia, "peitar" o Éder Moraes na época da AGECOPA quando ele e a corja de Silval Barbosa decidiram trocar o BRT pelo VLT. Carlos Brito, além de denunciar o esquema que estava por vir, não aceitou participar da "maracutaia", foi posto p/ fora da AGECOPA e o final da história todo mundo conhece.

  • Sergio
    19 Mar 2018 às 09:15

    ESSE AÍ, UM DOS SANGUESSUGA DA POLÍTICA DE MT, SEMPRE ACHA UMA BOQUINHA, TOMARA QUE O PRÓXIMO GOVERNADOR NÃO TRAGA PARA O GOVERNO ESSE TIPO DE PUXA SACO

  • Critico
    19 Mar 2018 às 09:12

    Obras só são lançadas em ano eleitoral, brincadeira né.

  • Monteiro
    19 Mar 2018 às 09:09

    O nível de desgaste do governo de Pedro Taques é tamanho que até carlos brito tá dando pitacos em articulação política do governo, este já estava completamente fora do processo político por falta de uma coisa chamado votos... do cenário político

  • JORGE LUIZ
    19 Mar 2018 às 08:41

    COMO É O TEMPO MINHA GENTE, ESSE CARLOS BRITO TAL QUAL SEU PREPOTENTE CHEFE VIVIAM FALANDO MAL DA FAMÍLIA CAMPOS, AGORA NA EMINÊNCIA DE PERDER A TETA PÚBLICA VEM A PÚBLICO DIZENDO QUE TEM QUE HAVER DIÁLOGO E QUE TODOS DEVEM CAMINHAR JUNTOS, JUNTOS DA TETA PÚBLICA, MAMAR ATÉ ESGOTAR O CALDO E SÓ, E O POVÃO QUE SE LASQUE

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