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Não podemos viver num estado onde o medo e ameaça são armas na política, critica Mendes

Da Reportagem Local - Ronaldo Pacheco, Érika Oliveira, Carlos Gustavo Dorielo/ Da Redação - Isabela Mercuri

24 Mar 2018 - 10:11

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

Não podemos viver num estado onde o medo e ameaça são armas na política, critica Mendes
Leitura do passado recente, propostas para o futuro e falas que podem ser entendidas como alfinetadas para possíveis adversários. Mauro Mendes (DEM) não assumiu com todas as letras sua pré-candidatura ao governo de Mato Grosso. E nem precisou. Seu discurso foi claro o suficiente para elucidar que o ex-prefeito de Cuiabá está com um pé na disputa pelo Palácio Paiaguás neste ano.

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“E cada um aqui tem a sua responsabilidade. Cada um sabe que política se constrói com diálogo, política se faz com amor, não podemos viver num estado onde o medo, onde a ameaça é uma arma que se usa na política”, discursou, no palanque montado no Centro de Eventos do Pantanal especialmente para celebrar sua filiação, na noite desta sexta-feira (23). Até o presidenciável Rodrigo Maia veio para o evento, na capital.
 
“Temos que dialogar com amor, temos que falar a verdade. Ninguém aguenta mais viver sob aquela sombra das mentiras, das falsas promessas, viver sob a sombra daquilo que nós sabemos que não é possível fazer. Todos nós sabemos a dificuldade que Mato Grosso passa nesse momento. Mas é com amor, é com verdade, com honestidade que nós haveremos de construir alternativas”, afirmou.
 
Mauro ainda fez questão de dizer que não dá para atribuir os problemas do Estado a uma pessoa e que se faz necessário que todos construam alternativas para resolver a crise pela qual Mato Grosso passa.
 
“Aceitei o convite que me foi feito de vir para o DEM porque eu, acima de tudo, acredito e continuo acreditando que a democracia ainda é o melhor método e a melhor forma de administrar o país. E se você acredita, como eu acredito, na democracia, e acreditamos que podemos, através dela, fazer um país melhor, você tem que acreditar na política”, defendeu.
 
“Eu acredito que o Brasil está saindo de uma grave crise, 2015, 2016, foram anos terríveis, mais de 11 milhões de brasileiros foram jogados no desemprego. A insegurança toma conta desse país, que viveu momentos tenebrosos que envergonha todos nós, que envergonha cada brasileiro, cada mãe, cada pai de família, mas não podemos simplesmente ficar envergonhados, temos que arregaçar as nossas mangas, temos que acreditar nesse futuro, nesse país do futuro, que nós crescemos ouvir dizer, que o Brasil é e será o país do futuro. Esse futuro precisa chegar não pros nossos filhos, mas pra nós, que queremos e vamos viver muitos anos nesse país de nossa luta, com a nossa coragem”.

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