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“É conversa de boi voando que Wilson conta por ai”, rebate Mendes a líder do governo

26 Abr 2018 - 10:50

Da Reportagem Local - Érika Oliveira/Da Redação - Lucas Bólico

Foto: Rogério Florentino Pereira/ Olhar Direto

“É conversa de boi voando que Wilson conta por ai”, rebate Mendes a líder do governo
O ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (DEM) foi categórico ao recusar proposta lançada por Wilson Santos (PSDB) para que espere até 2022 para se lançar candidato ao governo de Mato Grosso e que nesta eleição aceite ser vice de Pedro Taques (PSDB). Mendes, que já assinou manifesto contra a reeleição do tucano ao lado de mais 30 ex-aliados de Taques, disse que essa é mais uma das “histórias” contadas por Wilson Santos.  

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“Eu agradeço à sugestão do Wilson, mas ele falou a frase que na política só não viu boi voar, não é isso? Então eu acho que essa é mais uma dessas histórias de boi voando que o Wilson conta por ai”, ironizou Mendes.

A tese de Wilson é de que Mauro é o candidato natural do grupo político, mas que precisa esperar a reeleição de Taques. A sugestão do tucano é para que Mauro aceite o posto de vice do atual governador. Recentemente, o próprio Pedro taques afirmou que não tem mantido qualquer tipo de diálogo com Mendes
 
Uma década de rixa
 
Os dois ex-prefeitos de Cuiabá se enfrentaram consecutivamente em 2008 e 2010. Na primeira eleição, para a Prefeitura de Cuiabá, Wilson venceu em disputa duríssima de dois turnos. Na segunda, ambos foram derrotados ao Governo do Estado em primeiro turno para Silval Barbosa.
 
Desafetos há uma década, foram empurrados pela conjuntura política para o mesmo palanque em 2016, quando Mendes desistiu de última hora de disputar a reeleição pelo Alencastro e Wilson foi lançado como candidato governista.


Com a desistência de Mauro, Wilson foi lançado candidato a prefeito em 2016
 
Na ocasião, claramente contrariado, Mendes não apoiou o tucano publicamente, apesar dos sucessivos pedidos de aliados. 
 
Rompimento com o governo
 
Mauro Mendes foi se distanciando do governo com o tempo, mas o rompimento definitivo só veio nesta semana, por meio de carta assinada por 31 ex-aliados que se manifestaram contra a reeleição de Taques. Dentre os motivos apresentados estão problemas de gestão financeira, crise na saúde, suspeitas de corrupção e o escândalo dos grampos.
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