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Campos diz que é mais fácil DEM apoiar Wellington Fagundes que Pedro Taques

02 Jun 2018 - 12:07

Da Reportagem Local - Érika Oliveira/Da Redação - Lucas Bólico

Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

Fábio Garcia, presidente do DEM, em ato de filiação de Mauro Mendes

Fábio Garcia, presidente do DEM, em ato de filiação de Mauro Mendes

O ex-governador Julio Campos (DEM) avalia que a possibilidade de aliança entre DEM e PSDB em Mato Grosso em prol da reeleição de Pedro Taques (PSDB) é praticamente impossível. De acordo com ele, o DEM terá candidatura própria para disputar o Paiaguás em outubro, mas caso chapa não se concretize por algum motivo, a possibilidade de o DEM apoiar Welligton Fagundes (PR) ou Otaviano Pivetta (PDT) é maior do que marchar com o tucano.

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Júlio revela que atualmente a única liderança dentro do partido que defende uma composição com o governador é o presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho. “O resto, todos são independentes. Ou vamos com chapa própria ou pode ser até uma aliança com Wellington Fagundes ou com o Otaviano Pivetta, caso saia candidato, mas a tese é que todos querem o Mauro [Mendes] como candidato”, explica.
 
O ex-governador ainda contou que recentemente o ex-senador Jayme Campos (DEM) compareceu ao aniversário de um secretário de Estado e falou, na frente do governador Pedro Taques, os motivos pelos quais o DEM tem dificuldades de apoiá-lo. Antes disso, em agenda partidária no interior, Jayme fez diversas críticas ao atual governo, classificando como “estelionato” eleitoral as promessas de campanha não cumpridas.
 
Uma pesquisa de opinião deve balizar a tomada de decisão do DEM sobre os rumos do partido na próxima eleição. Ela acabou atrasando por conta da greve dos caminhoneiros. O ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes é o pré-candidato do partido ao governo, mas pediu um tempo aos correligionários antes de bater o martelo sobre a disputa para organizar suas empresas.
 
Jayme Campos é pré-candidato ao Senado e Julio afirma que o DEM tem oferecido aos possíveis aliados a outra vaga na chapa para o Senado, as quatro suplências e a vice-governadoria. Como o partido ainda não oficializou as candidaturas, as negociações não estão avançadas ainda, mas nada que prejudique o partido.
 

“Como a convenção [partidária] agora com a nova lei vai até dia 5 de agosto e nós estamos decidindo fazer a nossa [dia] 25 de julho, que é o número do partido, o DEM vai fazer dia 25, até lá a gente tem tempo para articular. Essa campanha vai ser diferente porque vai ser muito rápida, entre a convenção e a eleição, é dois meses no máximo. Campanha mesmo serão 45 dias”.
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