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Sábado, 08 de maio de 2021

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Fagundes aponta omissão da gestão Mendes diante de irregularidades em obras da Copa

Foto: Rogério Florentino Pereira/ OD

Fagundes aponta omissão da gestão Mendes diante de irregularidades em obras da Copa
O senador Wellington Fagundes (PR), candidato ao Governo de Mato Grosso, criticou a gestão de Mauro Mendes (DEM) à frente da Prefeitura de Cuiabá (2013-2016) por não ter assumido a responsabilidade de cobrar a execução correta das obras planejadas para a Copa do Mundo 2014.

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Em entrevista concedida ao MTTV Primeira Edição, Fagundes foi questionado se cumpriu seu papel de fiscalizador diante de obras como VLT. Na ocasião, o republicano era deputado federal. “No município, a maior autoridade que tem é o prefeito. Não é o presidente da República e nem o governador. Então qualquer obra que acontece no município cabe ao prefeito fiscalizar junto com a Câmara de vereadores, junto com a União e o Estado”, pontuou.
 
Além de enxergar responsabilidade de Mendes nos problemas das obras da Copa do Mundo em Cuiabá, Fagundes argumentou que o candidato pelo Democratas também tem participação na gestão Pedro Taques (PSDB), por ter indicado secretários.
 
“No município, quem faz a fiscalização e quem dá o alvará de licença é o prefeito e aqui, nessa obra do VLT, houve uma omissão total, inclusive do candidato [Mauro Mendes] que nós fazemos oposição e participa do mesmo governo [Pedro Taques]”. “Ele indicou as pessoas”, completou.
 
Ainda sobre o VLT, Fagundes prometeu trabalhar para concluir a obra, mas adiantou que não tem condições de estabelecer prazos pelo fato de a questão estar judicializada. Para Fagundes, a saída para o problema passará por diálogo com as partes interessadas.
 
Para Fagundes, o erro de Pedro Taques foi não ter focado na continuidade do VLT. “Tem que se fazer auditoria, mas precisa entrega para os órgãos de controle. Hoje nós temos o Ministério Público muito atuante. O estado poderia mandar fazer as auditorias e continuar trabalhando. O Executivo tem que fazer acontecer, os recursos colocados na conta não podem ficar parados quatro anos, o governo já pagou mais de R$ 500 milhões”.

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