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Sexta-feira, 24 de setembro de 2021

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SEM DESISTÊNCIA

Fagundes garante firmeza em pré-candidatura e convida “boateiros” para a sua posse em 2019

Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

Wellington Fagundes assegura que não vai baixar o nível e deseja apenas debater propostas

Wellington Fagundes assegura que não vai baixar o nível e deseja apenas debater propostas

Diante da insistência do que classifica como ‘central de boataria’ acerca de sua possível desistência da disputa pelo governo de Mato Grosso, fomentada nas redes sociais, o senador Wellington Fagundes (PR) mandou um recado duro e ao mesmo tempo bem humorado. Ele afiançou que está “bastante animado” com as adesões espontâneas que recebe diariamente. A pré-candidatura se mantém firme, garante ele, que até formulou convite para sua possível cerimônia de posse, em 1 de janeiro de 2019, caso eleito.  
 
O pré-candidato do Partido da República, que se auto-intitula de autêntica oposição, lamenta que o nível da disputa esteja descendo muito antes do previsto. “Quando insistem em abordar isso [possível desistência], significa que temem o crescimento do nosso projeto. A forma como o fazem [com fofocas nas redes socais] é lamentável e inadmissível”, avaliou ele.
 
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Wellington Fagundes entende que vem ganhando força entre os maiores colégios eleitorais, o que estaria incomodando o governador José Pedro Taques (PSDB) e o ex-prefeito Mauro Mendes (DEM), principais pré-candidatos ao Palácio Paiaguás. “Creio que conseguimos a viabilização de aliança ampla e, talvez, como maior tempo do horário eleitoral gratuito do rádio e da TV. Lógico, isso vem gerando ciumeira”, ponderou ele, em alfinetada em direção ao Palácio Paiaguás.
 
Wellington Fagundes admite que não espera facilidade na disputa pelo governo do Estado, em 2018, mas cobra lealdade. “De minha parte, os senhores não vão ver baixaria ou fakenews, tampouco ataques pessoais”, citou o pré-candidato do PR.
 
“Em linhas gerais, temos demonstrado capacidade de apresentar um programa de governo consistente. Sempre tenho dito que não pode ser um projeto próprio. Certamente vamos apresentar aos eleitores um projeto de governo viável para atender às demandas de Mato Grosso e conquistar a confiança da população”, afirmou Wellington, para a reportagem do Olhar Direto.
 
No arco de alianças, Wellington Fagundes dá como certa as presenças de PR, MDB, PTB, PV, PP, PDT, PSB, PT e PCdoB, entre outras legendas consideradas emergentes. Desde o mês passado, existe o risco real de perda do PP.
 
Contudo, a presença de líderes do PP no staff de Pedro Taques, como o vereador Demilson Nogueira, presidente do Instituto de Terras (Intermat), recebe com naturalidade. “Os partidos estão se movimentando em busca de alternativa. Eu não vou opinar em estratégia alinhavada por outro partido”, desconversou Fagundes.
  
Caso seja candidato a governador, independente do resultado, Wellington não ficará sem mandato, se sofrer derrota nas urnas. Ele foi eleito senador em 2014 e tomou posse em fevereiro de 2015, com mandato até 2023. 
 
A chapa majoritária deve ser composta por MDB, PR, PP e PCdoB.  O PTB também busca respaldo na chapa majoritária, assim como o PV. O PT ainda não confirmou presença na chapa de Fagundes.
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