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Wellington é contra extinção da Ceasa e quer criar centros de apoio à agricultura familiar

Da Redação - Lucas Bólico

20 Set 2018 - 11:20

Foto: Rogério Florentino Pereira/OD

Wellington é contra extinção da Ceasa e quer criar centros de apoio à agricultura familiar
O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PR) fez questão de se posicionar em direção contrária ao adversário Mauro Mendes (DEM), que citou a Central de Abastecimento de Cuiabá (Ceasa) como possível estrutura a ser cortada em uma reforma da máquina pública, classificando-a como cabide de emprego e exemplo de inoperância e desperdício de dinheiro público. Fagundes, por sua vez, garante que se eleito irá fortalecer ainda mais a Ceasa e investirá na agricultura familiar.
 
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"Sem atenção ao pequeno, o Estado não estará cumprindo sua função social de fixar o homem do campo, garantir dignidade e induzir a geração de empregos. E são os pequenos produtores que mais necessitam da atenção do Estado. Extinguir a Ceasa é o mesmo que abandonar essas famílias que vivem e sobrevivem do que o campo produz", sustentou o candidato, durante entrevista concedida ao Jornal do Meio Dia.

Wellington esclareceu que sua posição em relação às políticas públicas voltadas à pequena produção será a de fortalecer a Ceasa em Mato Grosso, incentivar, capacitar, ofertar assistência técnica e regularizar a situação de mais de 80 mil imóveis urbanos e rurais pelo Estado.

A ideia é ampliar o alcance da Ceasa com a implantação de centros de apoio à agricultura familiar em cidades pólo do Estado. Nesses locais, além de informações técnicas sobre cultivos, os produtores terão acesso a cursos e técnicas de manipulação dos alimentos, para atender a economia local e agregar valor aos produtos.

Aliado ao fortalecimento da Ceasa, Wellington tem defendido a importância da regularização fundiária, especialmente para os pequenos produtores. "A entrega desses títulos busca corrigir uma falha no Programa Nacional de Reforma Agrária. A terra era distribuída, mas o trabalhador não recebia o título definitivo da propriedade. Com isso, ficava com acesso limitado ao crédito e sem poder investir em seu próprio negócio", frisou.

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