Olhar Jurídico

Terça-feira, 28 de junho de 2022

Notícias | Geral

Horário de trabalho

Juiz quer explicações sobre motivos de Pedro Henry estar "desfilando" na avenida do CPA

Foto: Pablo Rodrigo/HiperNotícias

Mensalei, Henry foi flagrado na avenida do CPA em horário de trabalho

Mensalei, Henry foi flagrado na avenida do CPA em horário de trabalho

O juiz Geraldo Fidélis Neto, titular da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, vai agendar uma audiência na próxima semana para cobrar explicações ao ex-deputado federal, Pedro Henry, sobre os motivos que o levou até a avenida Historiador Rubens de Mendonça (a do CPA). Conforme o site HiperNotícias, na manhã de quinta-feira (27), Henry foi flagrado na avenida do CPA, no horário em que deveria estar trabalhando no Hospital Santa Rosa.

o ex-deputado foi preso no dia 13 de dezembro de 2013, após se apresentar espontaneamente à Polícia Federal em Brasília (DF). No mesmo dia, ele teve a prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Antes, entregou sua carta de renúncia ao mandato de deputado para a Mesa Diretora da Câmara Federal.

Juiz nega parcelamento de multa milionária e determina exoneração de Pedro Henry do IML

A reportagem apurou com a Vara de Execuções Penais que Henry não tem permissão para se ausentar do trabalho. O magistrado Geraldo Fidelis já recebeu a foto-flagrante que mostra o ex-deputado fora de seu local de trabalho. Caso seja comprovado que ele tenha agido com desídia e burlado o regime semi-aberto para fazer outras atividades no horário de expediente, Henry poderá perder o benefício. No entanto, o magistrado necessita interrogar o reeducando antes de tomar qualquer providência.

Henry está recolhido no Anexo I da Penitenciária Estadual do Pascoal Ramos, que funciona anexo à Delegacia Especializada de Vigilância e Capturas (Polinter), no bairro Centro América. Desde a quarta-feira (26), o ex-deputado tem dividido a cela com o vereador de Cuiabá, João Emanuel (PSD), preso sob a acusação de liderar um esquema que envolve grilagem de terras, lavagem de dinheiro, falsicação de documentos públicos e fraude em licitações.

Leia outras notícias do Olhar Jurídico

Entre em nosso grupo de WhatsApp e receba notícias em tempo real, clique aqui

Comentários no Facebook

Sitevip Internet